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21 nov 2009Há registros de que rudimentos de um caleidoscópio já eram confeccionados na renascença. E até mesmo antes, com os antigos gregos. Mas, oficialmente, quem levou o título de tê-lo inventado foi o escocês David Brewster (1781-1868).

Criatividade, materiais simples.... e uma brincadeira reinventada
Na praça Santos Andrade foi ministrada uma oficina de confecção de caleidoscópio pela estudante Amanda Sato. “Aprendi na escola quando era bem pequena”, explicou. Sete pessoas acompanharam o processo com a jovem professora.
O caleidoscópio de Brewster consistia em um aparelho óptico formado por um pequeno tubo de cartão ou de metal, com pequenos fragmentos de vidro colorido, que, através do reflexo da luz exterior em pequenos espelhos inclinados, apresentam, a cada movimento, combinações variadas e agradáveis de efeito visual.
O aparelho confeccionado pela oficina de Amanda inovou no uso de materiais mais leves e simples, como réguas de plástico transparente – para fazer o prisma, e celofane incolor. “Eu também fazia com vidro, aí uma amiga me deu a idéia de usar as réguas”, informou. “Muito legal essa idéia, vou usar na escola!”, exclamou uma das participantes da oficina, professora do ensino fundamental.
Em tempo: O nome “caleidoscópio” deriva das palavras gregas Kalos = belo, bonito + Eidos = imagem, figura + Scope = olhar para, observar.
“Este material foi produzido por Mônica Kimura, Assessora de Imprensa do programa Cultura Viva, do MinC, e faz parte da Comunicação Compartilhada do Festival de Cultura do Paraná. A iniciativa consiste no entendimento da comunicação como ação política e não apenas como canal de circulação de informações. Trata-se de um proceso de interpretação da realidade desenvolvido colaborativamente em contraposição à lógica competitiva da mídia de massas. Para saber mais, acesse: cc.nosdarede.org.br”
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